|
|
|
|
Junho 29, 2005
No mundo inteiro, comemora-se no dia 29 de junho o padroeiro da longevidade: São Pedro. Era discípulo de Jesus e, após a morte deste, tornou-se líder dos apóstolos.
Seu nome aparece no Novo Testamento, não como Pedro, mas "Simão", filho de Jonas que ganhava sua vida no mar como pescador, na Galiléia. Quando Jesus o conheceu, disse-lhe que a partir de então não seria mais pescador de peixes, mas de homens.
Mais tarde, durante o ministério de Jesus, o nome Simão foi trocado por Cefas/Kephas - Pedro e significa "Pedra" (João 1, 42). O significado seria entendido mais tarde, pois esta designação serviu para a pedra (base) sobre a qual a Igreja foi construída.
Assim como os outros apóstolos, Pedro teria o poder para unir e separar, mas só ele recebeu as chaves das portas do céu, e é por isso que sempre é representado com duas chaves cruzadas sobre o peio.
Também é o padroeiro das viúvas e dos pescadores!
E uma simpatia: antes de deitar-se, colocar debaixo do travesseiro uma chave, pedindo que São Pedro ajude a comprar a imóvel "dos sonhos".
postado por Majô às 6:04 PM
Junho 24, 2005
A Festa de São João, relembra São João ou João Batista, o homem que nasceu em 24 de junho e, através de suas atitudes na vida, trouxe a mensagem de que "devemos mudar nossos rumos para encontrar a luz", sugerindo que o caminho para isso é a meditação, a interiorização, a reflexão, pois São João nos ensina que todas as respostas estão e serão encontradas dentro de nós.
Essa mensagem nos leva ao conteúdo da festa que é a Sabedoria, a capacidade de aprender algo a partir de nós mesmos. Devemos trabalhar em nós a coragem para um julgamento interior consciente; visando nosso amadurecimento como pessoa.
Na Festa de São João existe o costume de acender a fogueira, imagem em que a luz simboliza a sabedoria, a luz interior e o calor do amor, representando o movimento da sabedoria capaz de iluminar o pensamento, aquecendo o coração.
postado por Majô às 2:41 PM
Junho 22, 2005
Olá Querida Vida, há tempo que não entro pra falar... Com as minhas palavras. Talvez, e só talvez, ande descrendo até de mim.
O fato é que por esses dias, andei ganhando umas coisas tão lindinhas, que não podia deixar de colocar aqui, e compartilhar com os (poucos) amigos que me visitam!
Essa tag, me encheu de orgulho, e porque não?!! É tão bom se sentir querido, amado, acarinhado!
Ganhei da minha amiga Val Dantas, lá do Rio de Janeiro,
aliás, Arraial do Cabo...
E essa beleza de assinatura, ganhei da Bella, a filha dela, de 10 anos! Não é ótima!?? É a minha cara, não é não??!!! Bom, pelo menos, é a cara que gostaria que fosse a minha... rrsss...
postado por Majô às 1:16 AM
Junho 19, 2005
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade. Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo - ou em trilhas determinadas - feito hâmsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém - como se amizade ou amor se "arrumasse" em loja. Com relação a homem e pode até ser libertário: enfim só, ninguém pendurado nele controlando, chateando. Enfim livre!
Mulher, não. Se está só, em nossa mente preconceituosa é sempre porque está abandonada: ninguém a quer.
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e mal valorizado, algo além desse paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa idéia provoca, queremos ruído, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem - ou o que o somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco do sossego, descobre - em si e no outro - regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse:
- Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. a quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas frases, às tarefas, aos amores. Então, por favor, me dêem isso; um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos.
postado por Majô às 4:18 PM
Junho 12, 2005

postado por Majô às 2:57 PM
Junho 4, 2005

postado por Majô às 12:03 AM
|
|
|